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Em 2015, entre todos os setores do agronegócio, a citricultura foi o segmento que mais contratou no Estado de São Paulo
Em 2015, entre todos os setores do agronegócio, a citricultura foi o segmento que mais contratou no Estado de São Paulo

 

Laranja no pé, emprego na mão

Um dos aspectos mais importantes quando se observa a citricultura é o impacto social que ele gera. De acordo com Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), órgão ligado ao Ministério do Trabalho, em 2015, entre todos os setores do agronegócio, a citricultura foi o segmento que mais contratou no Estado de São Paulo com 55.761 admissões. Isso acontece por conta do grande potencial citrícola na geração de empregos, tendo em visto o uso extensivo de mão de obra em seus diversos elos da cadeia. A estimativa é que o setor seja responsável por cerca de 200 mil empregos diretos e indiretos.

Quando se observa os números do Caged nota-se que em 2015 o Brasil registrou um saldo negativo entre admissões e desligamentos de 1.625.551 de trabalhadores. Desse total de postos de trabalho cortados, 477.956 foram no Estado de São Paulo. Um dos poucos setores que resistiram à crise, a agropecuária brasileira ainda teve um saldo negativo de 5.851 empregos em 2015, mas a paulista gerou um saldo positivo de 5.321 empregados em 2015. Este resultado positivo só foi possível graças à laranja.

Observando os dados de empregos dos municípios, é possível notar que as cinco maiores cidades geradoras de emprego no período são conhecidos polos citrícolas.

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